16.10.09

Minha voz, minha vida




Se você acredita que os jovens de hoje estão sem rumo, enganou-se! Wesley Dias vem na contramão e mostra que talento, maturidade, determinação e sensibilidade, podem sim, ser ingredientes de sucesso.

Wesley Dias Teixeira nasceu na cidade de Guanambi, situada a 840 km da capital baiana. Filho de radialista, com uma comerciante, ele cresceu no ambiente da comunicação. A profissão do pai sempre o encantou. “Desde criança sonhava em trabalhar no rádio ou na TV”, afirma com convicção, o futuro comunicólogo.
Na cidade natal, ele trabalhou na rádio Cultura e isso lhe permitiu maior contato com a profissão, servindo de incentivo para alçar novos voos. Em 2005, Wesley muda-se para a cidade do Salvador, onde vai enfrentar o seu mais novo objetivo - ingressar numa faculdade de comunicação. Com as mangas arregaçadas, o guanambiense enfrenta a cidade grande, seus medos e expectativas e, meses depois, é aprovado no curso de jornalismo da Faculdade 2 de Julho. Ponto pra Wesley!

Hoje, o futuro jornalista vê seu sonho cada vez mais próximo. Estagiando na rádio Sociedade da Bahia, Wesley Dias vislumbra um futuro promissor na comunicação. Indagado sobre as dificuldades enfrentadas ao longo do caminho, o estudante de jornalismo pontua a saída da cidade natal. “Sair do lugar seguro, conhecido, para enfrentar uma cidade grande como Salvador, longe das minhas origens, foi um desafio e tanto” desabafa.
Durante a entrevista, Wesley brincou, revelou aspectos da sua intimidade e emocionou-se quando lembrou da grande saudade que sente da mãe e dos irmãos.

Sempre com muito bom humor o jovem e futuro jornalista aposta na profissão, mesmo sabendo dos percalços que irá enfrentar, das escolhas que terá que fazer. Quando pergunto sobre que contribuição poderá dar a sociedade no exercício da profissão, de modo reflexivo responde - “Essa pergunta me intriga um pouco. Às vezes eu me pergunto e não encontro uma resposta. Tenho muito medo do meu futuro profissional. Tenho medo de falhar, de precisar me corromper por dinheiro. Mas penso coisas boas também, como realizar projetos em bairros carentes e no interior. Levar um pouco do ofício de jornalista para àqueles que não tiveram a mesma oportunidade que eu... Penso em, talvez, contribuir em uma rádio ou jornal comunitário... Acho que respondi sua pergunta”.

Hoje estagiando na rádio Band News FM, e cursando o último ano de faculdade, Wesley continua com os mesmos desejos, e garante estar mais forte e preparado para fazer a diferença como jornalista.

Texto: Paulo Santana

29.9.09

CORREIO DA BAHIA: A COBERTURA TENDENCIOSA

As estratégias adotadas por alguns meios de comunicação para defender um interesse podem ser percebidas quando neles é realizado um estudo crítico. Este artigo consiste em uma análise da cobertura feita pelo Correio da Bahia, um dos jornais de maior circulação da capital baiana, durante as eleições 2008. Para realizar este estudo foi necessário examinar textos e fotos publicados no jornal entre os dias 18 de agosto e 6 de setembro, com base na teoria do enquadramento.

Artigo completo aqui


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27.6.09

O momento histórico que nos contém

“No mundo realmente invertido, a verdade é um momento do que é falso”, GUY DEBORD.

Depois de visitar cidades como Zurique, Paris, Amsterdã, Hamburgo, São Paulo, Lisboa, Berlim, Salvador, Londres, Barcelona e Madri, o fotógrafo baiano Pedro Archanjo retratou manequins que mais parecem gente.

O ensaio nos faz refletir sobre o consumismo e, sobretudo, a confusão nos padrões estéticos da sociedade contemporânea. Nas fotos o real e falso se confundem.

ATENÇÃO: Assista à matéria sobre a exposição, mas não crie muitas expectativas. Este VT foi produzido como parte da avaliação de Telejornalismo da Faculdade 2 de Julho por um mero e esforçado estudante.





A exposição fica em cartaz até o dia 30 de junho no Museu de Arte da Bahia, no Correndor da Vitória.

25.6.09

Viva São João...

Os meus dias são sempre a mesma coisa. Saio de casa bem cedo, faça chuva ou faça sol. Se bem que ultimamente tenho enfrentado mais chuva do que sol. Depois de dez minutos de caminhada chego no ponto de ônibus. Se fosse num dia habitual ele estaria abarrotado de gente, ambulante, cachorro etc etc... Hoje, simplesmente, não tinha se quer uma alma penada. Por um instante eu tinha me esquecido, era dia de São João.

Tudo naquela manhã estava diferente, menos a demora do ônibus. 40 minutos de expectativa; pronto, lá vem ele. Está vazio? É um milagre! Eu tinha a opção de sentar onde eu quisesse; na frente, atrás, na janela, no corredor, no piso... Buzú lotado é uma miséria. Pra não ficar em desvantagem e ser “encoxado” por todo mundo, um dia resolvi sentar no "chão" do ônibus. Na verdade, foi naquela escadinha da porta por onde entram os cadeirantes.

A viagem foi rápida. Após 10 ou 12 minutos eu descia na Federação. Em dias normais este percurso custaria uns 30 ou 35 minutos, saído do Itaigara e passando pelo Rio Vermelho. Mas era 24 de Junho, acho que todos resolveram sumir para o interior. Será que eu fiquei sozinho nesta merda de cidade? Pensava. Estava me sentido o próprio Will Smith naquele filme que ele é o último homem da face da Terra. Pois então, parecia que eu era o único sobrevivente de Salvador. Que doido!

Para provar esta minha sensação maluca, resolvi captar algumas imagens das câmeras da Transalvador. Elas me salvam todos os dias. Através dessas câmeras sei como está o trânsito de Salvador (se é que podemos chamar isto aqui de trânsito) para poder informar aos ouvintes da Band News. Pode ter certeza que todos os dias, das 08 às 10 da manhã, você vai encontrar congestionamento na região do Iguatemi, na Rótula do Abacaxi ou na Paralela. Mas, não em 24 de Junho. Com exagero e tudo, dava pra deitar e dormir no meio da ACM sem medo de ser esmagado por um carro.
Ah, lembrei! O nome do filme de Will Smith é Eu Sou a Lenda. Uma boa dica.

22.6.09

Hora do intervalo

E aí, pessoal.

Este comercial é show de bola. Vale a pena assistir.



Um abraço e até a próxima!

20.6.09

Você consegue ouvir este zumbido?

Caramba! Graças a Deus o semestre na faculdade acabou. Quantos trabalhos, prova, seminário... Enfim, que venha o sétimo.

Hoje quero compartilhar com você uma matéria bem legal que encontrei enquanto pesquisava sobre os problemas causados aos ouvidos pelos fones - ultimamente tenho escutado muita música e acho que os meus ouvidos estão pedindo menos.


Frequências entre 18KHz e 20KHz só podem ser ouvidas pelos jovens. Entenda melhor essa história



Nós somos capazes de detectar ou não algumas frequências sonoras de acordo com a nossa idade. Quanto mais velho você for, menor é a freqüência que consegue ouvir. Existe, inclusive, uma freqüência específica que a maioria das pessoas com mais de 25 anos não consegue captar. É um apito chatinho, incômodo. Algumas lojas usam como “espanta-adolescente”, uma espécie de aborrecenticida.

Alguns adolescentes até estão usando esta frequência como ringtone. Dessa forma, eles podem atender o celular durante a aula ou sem que os pais percebam.

Faça o teste aqui, e confira se o seu “escutador” ainda funciona direito ou se precisa de uma revisão. Depois deixe um comentário com o resultado.

Ah! Eu fui até 18KHz.
Um abraço.

18.6.09

Depois de 60 anos a televisão sai do ar nos Estados Unidos




Esta semana marcou o encerramento das transmissões da tevê analógica na terra do Tio Sam. A data para isto acontecer estava marcada para fevereiro, mas como muita gente não quis comprar o conversor digital ou deixou pra comprar na última hora, esse prazo foi estendido. Não deu mais para esperar. Quem comprou, comprou! E quem não comprou agora vai ter que comprar. Entretanto a coisa é mais grave do que se pensa. Pelo menos de três milhões de casas ficaram sem televisão. Imagina você sentado na sua poltrona ou esparramado no sofá assistindo Faustão, Caminhos da Índia ou Gugu, e de repente Puf! Sai tudo do ar. Levando para este lado até que não seria ruim, mas foi exatamente isso que aconteceu nos Estados Unidos. De acordo com uma pesquisa feita pela Nielsen, quase três milhões de residências norte-americanas não esperavam esse corte súbito do sinal analógico e estão sem assistir Televisão. Não foi por falta de aviso. Muitos acreditam que a crise por lá está tão feia que o tal conversor digital, que custa em média U$ 50 foi colocado em último plano na escala de urgência. É interessante notar que o presidente Barack Obama garantiu emprestar dinheiro para quem está na pindaíba para que todos pudessem fazer essa transição o mais rápido possível. Não teve jeito, a boa e velha tevê analógica se aposenta aos 60 anos nos States.

14.6.09

A trilha sonora de hoje e dos próximos dias.




Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado...

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

Parte da música Esquadros de Adriana Calcanhotto.

9.6.09

Minha primeira matéria de TV

E aí, pessoal.

Hoje eu vou compartilhar com vocês a minha primeira vez no vídeo. A primeira vez é e sempre vai ser a primeira vez. Não sejam muito críticos, pois tudo no começo é, no mínimo, jocoso.

Eis, então, a primeira matéria que fiz para a disciplina de Telejornalismo.


6.6.09

Pode Entrar

Quanto tempo faz que eu não postava nada? Mas é que esta semana foi "barril", como diria o outro. Depois de comer uma quejadilha de frango com muito guacamole, fiquei mal. Esse é um dos meus pratos favoritos, mas o que comi no domingo à noite não caiu muito bem. Ainda assim, eu recomendo.

Mundando totalmente de assunto...



Quinta-feira foi o lançamento do novo DVD de Ivete Sangalo. Eu achei que ficou bem caseiro, mas acho que a intenção era justamente essa, já que foi gravado no estúdio que ela montou em casa. Mas acho que vai emplacar. Como disse um amigo jornalista “O que é que Ivete Sangalo faz que não emplaca?” Isso é verdade, a baiana mais parece com Midas – tudo que pega vira ouro.

No dia do lançamento, eu assistia ao Multishow, e nos melhores momentos eu aumentava o volume da tevê. Depois de certo tempo o interfone toca:

- Alô, boa noite.

Disse uma moça, com voz baixa e sem graça, pois já era quase meia-noite.

- Posso te ajudar em alguma coisa? Perguntei.

- Esse som é da sua televisão?

- Sim, tá muito alto?

- Um pouco.

- Desculpa, tá atrapalhando?

De pronto, ela falou:

- Não! É a Ivete, né? Quero saber em que canal tá passando, porque eu também quero ver.

Bom, depois disso, só me restou diminuir o volume da tevê e continuar a assistir ao Pode Entrar.

Até mais!!